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O Diálogo Lisis

Arnaldo Ricardo do Nascimento

Resumo: (do dialogo) Lisis

O uso do dialogo

Sócrates utiliza de início neste dialogo a primeira pessoa criando entre emissor e receptor um clima de afetividade e receptividade. Acentuando a geografia de Atenas que todos conheciam (pelo menos para quem é grego e de Atenas) como a Academia o Liceu etc, cita os personagens: Hipotáles, filho de Hierônimo, Ctesipo, do Demos de Peônia, Menexeno, filho de Demofonte e primo de Lisis, este filho mais velho de Democrátes do Demos de Exone, neto de seu avô, chara Lisis. De família de aristocráticos e famosos antepassados, esta criança com 13 anos é mais conhecida pelo patronímico. Ele é Kalos Kai agathos, ou seja, é bonito rico e inteligente e com família politicamente importante, ótimo partido para qualquer um, ou seria uma? Lá naquela sociedade para com quem ele casa-se, ou fica-se? Sei lá. 

 

            O dialogo Lisis é narrativo, aproxima-se do dramático, quando da descrição dos apontamentos, dos jogos, das vestes e dos sacrifícios quando e onde transcorre o diálogo, contribuindo para a sensação de verossimilhança e pitoresco do cenário que é onde estão Sócrates e os ouvintes. Talvez o dialogo para Platão destinado para os discípulos seja uma forma da filosofia esotérica, continuada pelos seus discípulos, Aristóteles, por exemplo. É uma forma nova literária, para substituir a falência da poesia como veículo tradicional de educação.

 

Pareceu-me importante escrever isso, (apesar da leitura a qual este resumo é destinado já saber de cor, muito bem, de tudo aqui comentado, inclusive que todo o comentário não são dos estudantes aqui escreventes e confesso que não encontrei o nome do tradutor do dialogo e ainda vou pergunta a professora), pois o autor fez toda uma análise um estudo a cerca da produção do dialogo Lisis, desde o ensaio literário, como a interpretação filosófica e epistémica e pedagógica, didática apoiada em diversos outros estudiosos e especialistas, (bem europeus, como: ingleses, franceses e holandeses) do modo de escrever de Platão e dos seus diálogos.

 

            O diálogo Platônico é a transposição para o papel da maiêutica socrática que é uma forma interrogativa, ativa não sendo expositivo e dedutivo, mas dialogado e indutivo, numa relação interpessoal, mostrando que Sócrates tem um profundo conhecimento da psicologia infantil e a explora muito. Até de mais!

 

             Ao contrário dos sofistas e a exemplo do Lula, Sócrates nada sabe. Seu ensinamento é o da humildade intelectual base da verdadeira ciência (a verdade divina, a universalidade como disse a profa. Silvia Leão) que provoca nos interlocutores.

 

            A aporia (incerteza), essência do método socrático-platonico, com base na indução, graças a uma inspiração, de novas hipóteses, rejeitadas, umas, aceitas, mas logo refutadas, outras, levam o interlocutor não para a verdade imediata, mas para sua descoberta em associações futuras, em insigts. A verdade não é mérito de Sócrates, mas da divindade. A humildade, predisposição e abertura intelectual do filosofo, tenta como primeira etapa à procura comum da verdade.

Deveria fazer o mesmo a exemplo como foi dito de Sócrates a cima os professores da rede pública de ensino, tantos séculos e o velho barbudo não é ainda copiado, neste sentido.

 

Como começa o dialogo?

            Tendo saído do ginásio do jardim de Academo, o velho Sócrates (coitado) acolhe-se á sombra exterior das muralhas de Atenas, onde corre um caminho que o levará diretamente ao ginásio de Apolo Liceu. No entanto ao chegar a ponte de Pânope, o (desmiolado) jovem Hipótalise o aborda e o arrasta para a palestra onde ensina ou engana Mico, um sofista que ele odeia muito, por que segundo ele os jovens de Atenas pagam Mico, para serem enganados.

 

O Método Socrático

            Por uma dialética própria, Sócrates inicia um processo de captação do universal e estável. Por ter uma tendência concretista, prefere abstrair com base no experiênciavel, (acho que foi por isso que Conte o queria morto antes de sê-lo famoso, pra não atrapalhar o positivismo dele idealista). Sócrates não parte dos princípios gerais para chegar ao particular. Pelo contrário, é a partir de exemplos, comuns da vida cotidiana (e ao meu ver da imaginação no caso do dialogo Lisis, nas crianças) usando a exclusão ou redução ao absurdo, que faz a induzir os princípios gerais.

 

            Esse processo poderá ter uma explicação pseudopedagógica, quando o vemos aplicando nas crianças ou adolescentes, cujo poder de abstração esta se formando.

 

O que é a amizade?

            É a essência da amizade, no conceito popular de toda a tradição grega condensada por Aristóteles em Ética a Nicômaco. O desejo de por em comum a felicidade e a sabedoria. “É uma comunhão que reside à amizade”.  A Philia não é apenas o amor sensual e possessivo, mas terá uma expressão mais nobre na comum aprendizagem da verdade.

 

            Amizade é uma coisa útil, no dialogo a idéia de comunhão de bens materiais e espirituais, mostrará que há distinção entre o termo, ativo, “aquele que ama”, e passivo “aquele que é amado”.

 

O que é o amigo?

            “Quando alguém ama outrem, qual é que se torna amigo do outro: o que ama, do que é amado, ou o que é amado, do que ama?” Sócrates faz essa pergunta ao primo de Lisis  que é só amigo deste.

 

            Usam-se então os termos ativo e passivo. Amigo o que implica? Fazer distinção entre amigo e aquele que sente a amizade, no qual digamos, se inicia o desejo de posse do objeto do seu desejo, e desejado amigo.

 

            Sócrates começa poe a examinar a teoria baseada na tradição, e pedagogia e poesia em Homero e defendida pelos fisiocratas e Empédocles em especial. “Sempre a divindade impele o igual para o igual”. Sócrates quer mostrar que a divindade diz é outra coisa.



Escrito por arnaldoricardo às 12h04
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cont. O Diálogo Lisis

Diz a teoria: Por igual tornam-se bons, que não podem ser amigos por serem auto-suficientes e não precisam de ajuda intelectual ou material de outrem.

Há nova teoria a dos contrários. “O contrário é que era amigo do contrário, tanto mais amigo quanto mais contrário”.

 

            Teoria representada, defendida por Hesíodo e que tem Heráclito como teórico leva aos maiores absurdos segundo Sócrates. Um contrário não se atrairá por outro se repelirá. E proclama novas pistas para a questão: “Aquilo que não é bom nem mau é que, por isso mesmo, se torna amigo do bom...” “Afirmo, pois que é o belo”. Esta ai a idéia de positividade de Parmênides.

 

            O bem é o termo passivo da amizade, deduzido da incapacidade de se amar o mal, (idéia de negação de Parmênides) o contrário, é que não tem qualquer préstimo, serventia, não presta, não pode ser amado. O bem como termo ativo? Não pode ser, por que teríamos uma amizade entre iguais. O mal, por sua vez, (maldade) é incapaz de amar. A idéia de meio termo Aristotélica, noção de intermédio entre um e outro, entra em ação (não é um anacronismo é uma forma de mostrar como o conhecimento vem tirando suas origens) “um que não seja, nem bem nem mal” (maldade), mais que ama o bem (a idéia de positivo).

 

            Então a amizade se dá a algo que é amigo, por sua vez amigo por causa de outro amigo, é assim até se chegar à idéia de último amigo, ou primeiro, na verdade a idéia de amigo, o amigo em si.

 

            Daí a necessidade de alcançar esse objeto último, causa final da amizade, ou o “primeiro amigo, em vista do qual dizemos que todas as coisas são amigas”. Exemplo do meio termo, o termo intermédio. A doença faz com que o corpo esteja mal, procura-se a medicina o bem, para que o corpo fique bom, ou novamente bom, no caso o corpo não estava completamente mau, mas por isso precisou ficar bom de novo, que já era bom. Houve a necessidade de tratamento de se tratar do mal (doença).

 

            Será o mau a causa eficiente da amizade, e findando essa logo que o mal desapareça? 

 

 

O amor absoluto é causado pela maldade?

            Para evitar depender do mal o amor absoluto, e por analogia com a fome e a sede, desejos ou apetites naturais, que subsistem ainda que fome e sede sejam saciadas, deixe de ser um mal, surge a noção de desejo epithymia causa da amizade e do amor.

 

            O desejo nasce, da sensação de carência endeia, de algo que nos falta, algo afim de nós oikeion, algo que nós sentimos falta, ou seja, estamos privados.

 

            O que deseja, aspira para o fim de desejo, no caso absoluto com o bem e o belo absoluto, afim de tudo; no caso particular da amizade entre os homens, a idéia de retribuição. Esse seria o fim da amizade entre os homens, no caso particular.

 

            No final do dialogo Sócrates (velhaco, vou dizer o por que do velhaco) coloca os ouvintes ou já discípulos, na dúvida, na aporia, (voltando a fazer afirmações de questões novamente por ele refutadas de propósito no inicio, no caso do dialogo Lisis acerca da amizade ele já deu sim a resposta), coisa que segundo ele e seus correligionários defendem que sempre fazem os sofistas, (só que no caso de Sócrates visando que o ouvinte chegue a conceituar sobre o assunto), não chegando a uma conclusão no caso de Sócrates, deixando para os ouvintes chegarem posteriormente, a catarse, através de insigts, conexões, conceituações e recordações do que foi dito quando indagados, ou se indagarem acerca da questão ou questões parecidas, com o fato relacionado no dialogo, chegarem a respostas, a estabilidade, a conceituação absoluta, a verdade, ditas pela divindade, ao absoluto, como se chegassem por si mesmos através da auto-maiêutica as respostas e verdades pela indução já de outras questões, etc, etc. Ta bom né!?

 



Escrito por arnaldoricardo às 11h59
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A Questão Judaica

A Questão Judaica

 

Bíblia Sagrada = a história de Israel. Para o judeu só o velho testamento faz parte da sua história, as desventuras de Cristo e companhia, seus discípulos, não deviam ter sido escritos, (e os judeus são autoridades em não professar o que o messias professava), pois com Cristo fechava a escatologia, e o ciclo histórico do povo de Israel. O que Israel escreveria da sua história hoje no livro sagrado?

O que os judeus não admitem, o desfecho de Cristo na sua história. Pois a sua história política esta baseada nesse fato mítico, na chegada do salvador, que é o próprio Deus a boa-venturança, a solução dos problemas carnais, sociais e políticos, bem como a hipoteca da sua terra. A história de Israel, do povo de Israel é essa espera pelas benesses do Estado e o acaso, na figura do por vir, de um homem, rei, chefe político, que é Deus, pois nem um homem, é capaz de fazê-lo, a não ser algum rei mandado por Deus, sobre sua intervenção.

No caso de hoje o salvador ou salvadores de Israel são seus antigos algozes, vilões (digo da idade média): Europa, no caso a Inglaterra e os EUA, por que estes tornaram capaz o Estado moderno de Israel de hoje, existir, novamente, assim como o povo reunido e a espera na sua terra. Essa espera é a emancipação, a igualdade na comunidade, mas a emancipação humana no microcosmo judeu, igualdade de subsistência, igualdade para todos, igualdade social, por que seu modo de viver o judaico promove o individualismo e o egoísmo, por que cada judeu tem que se preocupar com sua subsistência por que são todos iguais perante Deus, e o comercio, foi à base para essa subsistência, bem desenvolvido ao contrário da sua organização política que baseada a subsistência no comercio, não se preocupava organicamente com a realidade e aparato social, as carências sociais, serão confundidas com causas e litígios particulares, onde a desigualdades sociais não ganham a dimensão social política, por conta do sistema político arraigado em dogmas religiosos, esse aspecto pode ser entendido, pois para os judeus, na sua religião, onde não existindo de inicio a idéia de morte pós-vida, era preciso deixar para a posteridade não só a riqueza material, mas herança moral, honra aos seus descendentes que levariam o nome bem como a reputação do patriarca a imortalidade (aqui no caso biológica, pois os filhos gerados e os netos e a sociedade, lembraram do patriarca, pois também a herança material veio de principio dele) enquanto houvesse gerações. Essa reflexão moral, orientadora dos comportamentos sociais, mas sem contrariedades de particulares, particularidades, envolvendo o comercio de mercadorias, venda e troca, preço justo, juros, divididas, cobranças, transforma-se no código moral e de vivencia possível (logo o código de Hamurabi foi abolido, por ser muito rústico, e o comércio de escravos em Israel não era tão intenso, pois o mesmo Estado não expansionista, para efetuar um comércio forte de escravidão, riqueza política e material na época) etc, no maior principio liberal que se possa verificar, onde a propriedade é que faz com que as pessoas venham ao mercado e teçam relações sociais, o principio de propriedade se agredida, não respeitada ai a liberdade e integridade individuais são violentadas, negadas, o que contradiz a ordem social, moral o direito estabelecido pelas leis, praticadas aqui na terra (é o melhor exemplo de liberalismo burguês), estabelecido para a harmonia social com código de leis divinas, um código moral que se baseia em dogmas religiosos que moralmente agregam as pessoas, para viverem em relações individualistas de troca, o comércio, praticável pelo egoísmo.

Sua organização política é negligente, pois considera a organização social de tipo liberal, cada um por si e Deus contra todos, se fossemos pensar numa indústria, para esse período, seria muito fraca, na verdade falemos em artesanato, na produção muito pouca, deficiente, se pensarmos na manufaturada, sem requinte ou detalhamento, influencia da religião monoteísta na arte, austera que não pode reproduzir imagens, nem elementos da natureza, para não desvirtuar o culto ao Deus, uno e invisível, abstrato, essa austeridade no artesanato manufaturado a falta de luxo, até no mais alto posto social, o sacerdócio, mostra o isolamento a outros povos e outras idéias, forçado apesar das fronteiras naturais e de proximidades étnicas, (pois também eram semitas, como seus vizinhos, os palestinos), ao comércio, irrisório seu isolamento, revela a fragilidade desse povo, os atos heróicos e extraordinários foram poucos, talvez as vitórias sejam por que em algum momento a religião tenha sido um elemento de união, e deva ter tornado cada hebreu nesse período num soldado e como não temiam a morte devem ter tido algum êxito, com uma tribo menor, no caso os habitantes da terra prometida, e a coisa pública somente como agregadora para o comércio individual, em espaço público onde todos podem ofertar seus produtos individuais.

O Estado é mínimo, o que existia em Israel era lasez-faire, um liberalismo para o comércio, as reações sociais só são garantidas resguardando o individualismo, á liberdade e o direito de cada um, pois tudo é justo as vistas grossas do Senhor, a propriedade privada garantia de liberdade e posição social, de comercializar e agir socialmente, praticável pelo egoísmo, frio do individualismo socializado pelo cambio, preocupado em ter, ter aqui, pois, depois da morte o judeu não leva nada tem que deixa para a posteridade. Isso são aspectos do passado e no momento de invasões e dominações, os judeus escreveram o livro sagrado, pois esse levava toda a constituição de um povo, não sei que outra nação tenha feito o mesmo de escrever sua história como documento agregador de uma nação, para que mesmo no exílio a nação não se desfaça, é certo que o livro foi escrito num período muito curto de decadência, por isso é tão sintético e não é documental é em forma narrativa, onde deveria ter sido quase impossível vencer o inimigo, ou escapar do seu jugo.

Talvez os judeus escrevam na Tora, o período da sua história da dispersão pelo Império Romano, que é a chegada aos países da Europa bárbara, germana, eslava, que este dominou, a perseguição que sofreram por parte dos europeus, e o cativeiro nazista, a recolocação em Estado Árabe do seu Povo, em terras Palestinas, que ocupavam antigamente e que chamavam Jerusalém. O retorno quase divino, (na verdade uma drástica realidade os levava para um gueto maior) a esta terra, no período das Grandes Guerras, tal como as narrativas dramáticas do antigo testamento só que atual pelas mãos das políticas exploradoras de petróleo nos domínios da Europa e EUA, os dois maiores impérios do mundo, Israel ta sempre no meio de impérios, como cordeiros na boca de lobos, no mundo antigo, (pois idade média para eles não existiu, pois como dispersos não houve quem escrevesse isso, ou Deus os abandonou de vez?) era Egito e Assíria, depois Roma, mas cuidado os cordeiros com fome de lobos, derrotou cada um desse impérios, deixando isso registrado.

Os mais modernos Impérios, sabedores da trágica história que envolve esses agiotas ferozes, que foi o que se tornaram os judeus, para se livrar de sua presença indesejável, bem como pra não roubarem empreendimentos seus nacionais, como petróleo, pois já haviam feito com o cambio e tentavam agora com a industria, etc, pensaram (talvez) no modo de como tecerem alguma conformação histórica trágica para aquela região e transformou Israel como Estado títere, e assim este dadivamente, tenha se tornado soberano na antiga e abandonada região, simbolizando a intervenção no vindouro comercio do petróleo dos países árabes pelo Ocidente em ascensão.

Por que os Judeus tão ricos que eram na Europa, pois não fizeram outra coisa desse período de exílio que: comércio, lucrar, agiotagem, extorqui, todas as nefandas práticas de usura, juros desonestos e violações a práticas de negociação e rapinagem agressivas, comercialmente, pois o comércio não era tão praticado na Idade Média, influenciando as heresias, como definia a Igreja Católica, (dor de cabeça para a Igreja Católica, que denominava toda prática de juro como pecaminosa), e assim servir de essência para a burguesia, contra o domínio católico e de alguns reis e impérios, como o prussiano, de ética protestante, para os protestantes, servindo para revolucionar o que restou de decadência do Antigo Império Romano, a Europa bárbara, o regime político, através dos conceitos que traziam comportamentalmente: a propriedade privada inalienável, o individualismo e o egoísmo frio que fazia parte da sua conduta comercial, e pessoal, a extorsão e exploração sem pena e sem dor, só importando o saldo das contas, e o lucro sem limites e a poupança, os não perdoes de divida e o Direito em lei para assegurar tais práticas que seguem uma lógica fria e desumana.

Por que não empreenderam o retorno a Canaã, quando puderam? Quando eram tão imprescindíveis financeiramente aponto de influenciar financeiramente decisões políticas européias da época e eram alijados de terem qualquer poder político, pois não eram nada confiáveis para a Europa, que logo tratou de criar um ódio xenófobo que criticava a religião, que na verdade é reflexo e vida humana judaica, real e prática não uma abstração, o judeu vive judeumente, realmente, sua religião é o homem judeu, não o judeu a religião, o rábula desonesto e assim o inicio de sua expulsão tão trágica e violenta? Talvez por que o judeu rico não pensasse numa conjuntura histórica, afim de novamente juntar os irmãos sob o comando de ricos lideres, estes contentavam em mandar nos reis e empresários europeus, e assim não retornarem a fatídica marcha à procura de um terra estéril, até para os negócios, o paraíso é aqui nessa terra estrangeira a Europa onde a burguesia nasce, onde esse povo bárbaro começa a incorpora nosso modo de subsistência sui-generis, de ética e vida. O comercio, e se tornam a burguesia, o que vai expandir meu crédito no mundo. Foi por isso que os lideres não pensaram em nação, quando viu o operário judeu ser explorado na fábrica, esse sim pensou logo num socialismo, mas ai já era tarde demais, o movimento histórico já estava dado e o ódio e desconfiança sujo das finanças desumanas, o empresário, o Capitalismo já havia se internalizado no Europeu através da Inglaterra e Prússia, depois França, Polônia etc, contra o judeu que concentrou todo o poder monetário Europeu em suas mãos, dos Impérios Europeus em ascensão, através, da Agencia bancária dos Rotschild.

Foi preciso que fossem dizimados, incinerados aos milhões e colocados em navios sem passagem de volta ao deserto de Canaã, para servirem de enchimento naquela região do império das grandes empresas exploradores do ouro negro. Essa indagação é assim respondida.

Até hoje quando fazem com os Palestinos, tratando-os como povo inferior, jogando-os em guetos, política, religiosa e economicamente, num apharteid, por que roubaram seu território, fazendo com estes o que fizeram com eles os ocidentais, que hoje os utiliza como fachada do ocidente no oriente.



Escrito por arnaldoricardo às 11h51
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